Calinadas móveis

Eu gozo bastante com as calinadas que os concorrentes da Casa dos Segredos fazem questão de dar. Esqueço-me que eu também as dou:

 - Quanto é que te deu a 2.1?
 - Zero virgula um e meio!

 - Je me ne vai casé...

 - Eu gostava de meter olhos azuis!

 - É Mega ou kopa ohms?

 - Não vês que aquela Rasistência tá em serie?

 - Até parece que a volta - (roda) - anda à volta de si mesmo!

 - Vais sair onde?
 - Na linha vramalha!

 - Mauu, não me tires a moeda de 20 euros!

 - Tenho de ir ali ao multibanco levantar moedas!

 - Era isso que eu queria dizer mas está mal linguado!

 - Podia-se também chamar Juarado ou Mariado...

 - Não gosto de salmão...só gosto de peixe frito!
 - Salmão é peixe frito!

 - Este relatório já tem trabalho!

Contas à vida!

Esta semana obrigou-me a fazer umas contas à minha vida!
Neste novo percurso, contava (após 2 semanas de aulas...) passar a 4 de 5 cadeiras.
Prometi a mim mesmo que iria tentar passar às 5 ou se, caso algo corresse mal, 4 cadeiras.
Depois do teste de 5ª, vi-me obrigado a fazer umas continhas e percebi que tinha de correr atrás de Álgebra!
Apercebi-me que era tarde de mais! 
Só me restam 3....

Mas que raio se passa comigo?? Em 6 provas (as minhas ultimas 6 provas!) só consegui passar a 2 ! E foi, curiosamente, à 2ª tentativa! Enquanto vagueava pelo trânsito pus-me a pensar se eu não me estou a deitar na cama que ando a fazer. É verdade que ando a estudar pouco para o que devia estudar...estou pouco atento nas aulas...Algo está mal, algo está a mudar! E para variar, acho que a seta do cupido trocou-me as voltas... acho que o tal encontro...vai acabar com as dúvidas!

Frases soltas

- Preciso urgentemente de um cartão 91! 'Tou farto que as pessoas me digam que não podem falar comigo no 96 só porque têm sms no 91 e não no 96. Acho que o 91 até é barato para os universitários

- 'Tou farto da CP! Sabem como se soletra ODEIO A CP? Sim? Fixe! Esta foi (e continua a ser) a pior semana para eles fazerem greve! Tinham mesmo de fazer greve quando eu estou quase 12 horas na Universidade????

- Hoje foi o concerto da Britney (tá a decorrer neste momento e - dizem-me - tá a ser brutal!) e eu não estou arrependido de não ter ido! Tenho muito para estudar (amanhã 1º teste do mundo universitário) e uma preparação teórica-prática para entregar amanhã!

Vou fugir e andar de barco!

Ela era uma rapariga normal, bela e inteligente e ele, um rapaz simples, inteligente e sempre atento às tendências da moda, partilhavam ambos o mesmo problema: não conseguiam arranjar ninguém que os amasse.
Nunca se tinham cruzado antes na vida (ela era do Norte e ele do Sul). Nunca se tinham visto nem sequer trocado um simples "Olá. Tudo bem?" até aquele dia...
Por obra e ironia do destino, estes dois seres encontraram-se num único sitio que os obrigava a ter uma vida dupla entre o trabalho (para pagarem o quarto e a alimentação) e a universidade.
Quis o destino que eles fossem ambos da mesma turma. E passaram-se quatro longos anos (sim! Porque estudar e trabalhar não é fácil) e a relação deles nunca passava da mesma: relação simples entre colegas da mesma turma.
Apesar de ambos nunca se aproximarem, eles nutriam um sentimento mutuo especial: gostavam ambos um do outro. Mas não sabiam que esse sentimento era recíproco. Ela tinha medo de se aproximar dele porque os últimos namoros não lhe tinham corrido bem; Ele, também tinha medo de se aproximar porque só tivera um relacionamento e, esse relacionamento, tinha sido um desastre.
Ambos formaram-se e um ano mais tarde (já com trabalho definitivo e a vida mais ou menos estabilizada) voltaram a encontrar-se num jantar de turma.
Não se sabe se foi do vinho que beberam ou do ambiente do restaurante mas a verdade é que ambos decidiram ganhar coragem e confessar o seu amor (que ainda não tinha sido esquecido nem apagado).
Avançaram ambos na direcção um do outro e atropelaram-se com o habitual: "Tenho uma coisa para te dizer!". Ele, gentilmente, disse-lhe para ela começar.
Ela confessou. Ele confessou que também sentia o mesmo. Deram um beijo e ficaram a olhar um para o outro durante uns largos segundos.